2026/10/18
XXXVIII Xuntanza Folclórica reuniu grupos na cidade espanhola de Vigo
O Rancho Folclórico e Artístico de Antões, Pombal, voltou a levar o nome da sua terra e as tradições da região além-fronteiras. No passado dia 26 de setembro, o grupo deslocou-se a Vigo, em Espanha, onde participou na XXXVIII Xuntanza Folclórica, num encontro dedicado à preservação e divulgação da cultura e das tradições populares.
A iniciativa foi organizada pelo Grupo Folclórico “Airinos do Coto” e decorreu na Sala de Espetáculos do Centro Cultural Recreativo de Cabral, em Vigo, proporcionando ao Rancho de Antões mais uma oportunidade para apresentar o seu trabalho e partilhar o património cultural português com o público espanhol e com outros grupos participantes.
Esta deslocação representa a 11.ª presença do Rancho Folclórico e Artístico de Antões no estrangeiro, num percurso internacional que demonstra a vitalidade e o compromisso do grupo na divulgação das tradições da sua região. Das onze deslocações realizadas além-fronteiras, sete aconteceram em Espanha, duas na Suíça, uma na Alemanha e outra na Holanda.
Em atividade desde 1977, o Rancho Folclórico e Artístico de Antões tem desempenhado, ao longo de quase cinco décadas, um importante papel na preservação dos usos, costumes, cantares, danças e tradições da região de Pombal, levando a cultura popular a diferentes pontos do país e também além-fronteiras.
Com os olhos já postos em 2027, o grupo prepara-se para assinalar uma data muito especial: o seu 50.º aniversário. Para celebrar meio século de dedicação ao folclore, estão previstas diversas iniciativas ao longo do ano, num programa que terá o seu ponto alto no final de julho, com a realização da Festa de Aniversário e do habitual Festival de Folclore, que voltará a assumir um caráter internacional.
Uma celebração que promete recordar cinco décadas de história, dedicação e paixão pelo folclore, mas também projetar o Rancho Folclórico e Artístico de Antões para novos encontros e novos palcos, mantendo viva uma tradição que continua a atravessar fronteiras.
Texto: José Ribeiro Pereira